sábado, 9 de dezembro de 2017

SACERDÓCIO

O sacerdócio é a função que coloca o médium como intermediário entre a Espiritualidade e o Homem, que se amplia de acordo com as Consagrações que o médium vai recebendo.

Por isso dizemos:
A MINHA MISSÃO É O MEU SACERDÓCIO. O SENHOR ESTÁ COMIGO, pois nosso sacerdócio está contido em nossa missão.

Na Carta aos Hebreus (19 a 24), Paulo faz uma exortação à confiança e à coragem daqueles que seguiriam o Grande Sacerdote Jesus:
“Portanto, irmãos, tendo confiança de entrar no Santuário pelo Sangue de Jesus, seguindo este caminho novo e de vida que nos consagrou primeiro, através do véu, isto é, pela carne, e tendo um grande Sacerdote que preside a casa de Deus, cheguemo-nos a ele com verdadeiro coração, revestido de inteira fé, purificados os corações de toda má consciência e lavados os corpos com água limpa, conservemos firme a profissão da nossa esperança - porque fiel é o que fez a promessa - sejamos mutuamente solícitos para nos estimularmos à caridade e às boas obras.”  

“Nada temos a temer, porém temos a respeitar. E quando chegar a hora de ver governo sobre governo, pais contra filhos e filhos contra seus pais, Salve Deus, meu filho Jaguar, tudo o que temos é o nosso sacerdócio e por ele alcançaremos, sem prejuízo de nosso corpo físico, tudo o que te perece mistério, que verás com toda a naturalidade dos justos!” (Tia Neiva, 12.12.78)

fonte: observações tumarã

MISSÃO

Missão é a função que a Espiritualidade nos conferiu para, no limiar da Nova Era, ajudar na recuperação do maior número de espíritos possível para que possam alcançar planos mais evoluídos. Isso inclui nossos próprios espíritos, porque temos que buscar nossa evolução através do trabalho mediúnico, com amor, tolerância e humildade, e isso só é possível com nossa dedicação à Lei do Auxílio.

Embora todo espírito, ao reencarnar, tenha um programa a cumprir, ligado diretamente a problemas individuais em sua faixa cármica, nem todos recebem uma missão, que é suplemento de seu programa evolutivo, com seu comprometimento em evoluir, cuidar e ajudar outros espíritos, encarnados e desencarnados, com suas forças e sua mediunidade.

A Espiritualidade nos deu a missão, mas não nos obriga a ela. Cumpri-la ou não vai depender somente de nós mesmos, de nosso livre arbítrio. Existem profundas diferenças entre os seres humanos, e uma é devida à tônica que cada um dá à sua vida: há um grupo que se preocupa somente com sua saúde física, com seu corpo, buscando a boa forma muscular e atlética, ocupando-se com exercícios físicos, dominados pela tônica física; há os que têm a tônica psíquica - cientistas, intelectuais, artistas e eruditos -, e dependem de seu intelecto, com sua consciência dominada pelo fator intelectual; e há os missionários, com seu campo consciencional em constante expansão, buscando a integração crescente com o Universo, a evolução de seu espírito, vivendo sob a tônica espiritual. Por isso, não temos como induzir ou forçar alguém a nos seguir.

Nossa missão é, primeiro, manter nosso equilíbrio e ampliar nossos conhecimentos num permanente desenvolvimento mediúnico; e, depois, a ajuda aos nossos irmãos encarnados e desencarnados, com o amor colocado em ação na Lei do Auxílio.

MISSIONÁRIO

Os missionários, de modo geral, são os médiuns que se desenvolvem e se tornam mestres de nossa Corrente. Todavia, existem milhares de missionários, Espíritos de Luz que reencarnam para cumprir determinada missão, nesta ou em outras Doutrinas, para auxiliar a Humanidade a encontrar os caminhos do Bem.
São cientistas, médicos, professores, magistrados, enfim, ocupam lugares de destaque na sociedade para cumprir a sua missão.
Existem muitos, também, que nascem em uma família cármica, para ajudar os reajustes que seus componentes têm que enfrentar. Nossos filhos, de modo geral, são compostos por cobradores, que vêm fazer seus reajustes, e, de acordo com nosso merecimento, por geralmente um missionário, que vem nos amparar e nos dar força nos momentos difíceis que temos com os demais.
Para desespero dos que convivem com ele, o missionário normalmente tem vida não muito longa, desencarnando tão logo atinja os objetivos que o levaram a reencarnar. Mas isso vai depender de sua missão. Existem casos de missionários que viveram muitos anos na Terra, exemplos de dedicação e amor a serem observados pelo Homem que, pelo avanço tecnológico, tem como apreciar esses irmãos através dos meios de comunicação, aprendendo os caminhos do Evangelho.

NINFAS MISSIONÁRIAS

Em nossa trajetória, através do tempo, vivemos a influência de muitas mulheres, não só no sentido sentimental, como, também, funcional, compartilhando responsabilidades e funções místicas e sacerdotais com a formação de charmes que, nos planos espirituais, se constituíram em heranças transcendentais.

No limiar do Terceiro Milênio, com a reunião dos Jaguares para a transição, essas heranças foram buscadas por Koatay 108 e trazidas para a nossa Corrente, sendo depositadas nas Falanges Missionárias, cada uma com suas características e suas missões específicas.

Denominamos missionária a ninfa que ingressou em uma das falanges missionárias, acrescentando à sua bagagem individual, à força do Ministro do Povo a que ela pertence, a força de sua Princesa missionária.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

TRINOS - SIGNIFICADOS


TRINO AJOURO

Por orientação de Koatay 108, o Trino Ajouro não pode, por força de sua natureza, ser Presidente de um Templo Externo. Ela fez mensagem aos Trinos Ajouros:

“Os Ajouros são mestres conhecedores da Doutrina. Devem estar a par dos fenômenos. Devem estar sempre atualizados. Os Ajouros devem sempre defender os Adjuntos, seguindo suas escalas, fazendo-se compreensíveis, inclusive agindo como conselheiros, sabendo dominar suas opiniões e fazendo parte das reuniões do Adjunto. Meu filho Ajouro: não sejas insistente. Terás que atender, em teu sacerdócio, os Presidentes Triada e seus Adjuntos, inclusive a mim, tua Mãe Clarividente, nos Templos Externos, em trabalhos de mensagens e no Radar. Meu filho Ajouro: existe em cada um de nós uma voz, que nos alerta sobre o que devemos fazer. Quando agimos mal, essa voz interior nos repele e nos culpa. Porém, se praticarmos o Bem, ela nos aprova e nos torna felizes e, assim, lembrarás de mim! Enquanto fizeres bem a tua missão, terás o Bem. Se não souberes decidir, nada receberás! É uma missão delicada.”
(Tia Neiva, 30.3.83)

domingo, 12 de novembro de 2017

CARTA DE TIA NEIVA - MESA EVANGÉLICA: OS FARÓIS


Os faróis são luzes, que indicam o caminho seguro para DEUS, para os espíritos que se encontram perdidos em sofrimentos.

Os faróis são os sinaleiros que estão sempre com a luz verde acesa, convidando aqueles que sofrem a chegar, para que possam receber o tratamento, o alimento espiritual que é a Doutrina de JESUS e o encaminhamento para um albergue de Luz, uma casa transitória, através da elevação do Doutrinador.

O farol da mesa evangélica, durante todo tempo que ali estiver, deverá estar com a mente em JESUS, dando a oportunidade, para aqueles irmãos carentes de luz e de amor, de chegarem e serem socorridos pelos Doutrinadores e pelos mentores da mesa.
O farol não deve se preocupar em atender o Apará que tenha incorporado próximo a ele, porque está só, essa não é sua função.

O farol deve enviar a todos os espíritos que estão chegando ou que já se encontram na mesa, pensamentos de paz, de harmonia e de amor. Faça o mantra universal para esses espíritos mas, mantenha-se no seu posto, sem preferências. Um farol é um sinal geral para muitos.
Um espírito sofredor volta várias vezes à casa do Pai Seta Branca, até se conscientizar e realmente aceitar o caminho para a regeneração espiritual (evolução).

Quando o sofredor chega no trono ou mesmo na mesa e encontra o Doutrinador que sempre é farol, ele, o sofredor, não oferece resistência nem dificuldades, porque respeita aquela Luz que o trouxe até ali num outro dia, respeita porque reconhece o Doutrinador pelo ectoplasma.
Mesmo quando não está havendo o fenômeno da incorporação na mesa, durante parte do intercâmbio ou mesmo no trabalho de defumação, os espíritos sofredores estão chegando na mesa atraídos pela Luz que emana dos faróis.

Ao sentar no farol, o Doutrinador deve procurar se lembrar, que naquele exato momento, também os seus mentores estão chegando para trabalhar na cura desobsessiva.

Tia Neiva
Vale do Amanhecer, 23/05/81

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A DOR


UM ESTUDO SOBRE A DOR

Primeiramente vamos definir a palavra dor. De acordo com o Dicionário Aurélio, dor pode ser uma sensação desagradável, variável em intensidade e em extensão de localização, produzida pela estimulação de terminações nervosas especiais, pode ser um sofrimento moral, mágoa, pesar ou aflição, e por fim dor pode ser sinônimo de dó, compaixão e condolência. Com base no Wikipédia, a dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.

Existem aspectos para a dor. A dor física é aquela que surge de um ferimento ou de uma doença, funcionando como um alarme de que há algo errado no funcionamento do corpo; se não existisse a dor, provavelmente não sobreviveríamos, porém, esta dor física afeta a pessoa como um todo. A dor moral é aquela que advém do sofrimento, da emoção. A dor espiritual surge da perda de significado, sentido e esperança, ela é reconhecida quando dizemos que “dói a alma”.  O aconselhamento espiritual é uma das necessidades mais solicitadas pelos que estão morrendo e por seus familiares. Claro que estes três aspectos interrelacionam-se e nem sempre é fácil distinguir um do outro.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

FALANGE MISSIONÁRIA: APONARAS

Em dezembro de 1999, por determinação dos Trinos Presidentes Triada, as Coordenadoras dos Templos do Amanhecer foram consagradas como Missionárias da Falange APONARAS, com a obrigação de serem Ninfas que representam os Devas Alufã e Adejã diante de todas as Falanges Missionárias de um Templo, orientando e atendendo as necessidades das falanges, e dando suporte às Primeiras das demais falanges Missionárias.              
Segundo a nossa Mãe Clarividente a APONARA seria um turno da Legião para a escrava do Adjunto Maior, porém não foi utilizada por se tornarem AJOURAMAS.              
A partir daquela data a Falange de APONARAS foi composta pelas Ninfas Coordenadoras dos Templos do Amanhecer, ninfas dos Adjuntos Presidentes e dos coordenadores regionais. 

FALANGE MISSIONÁRIA: NIATRA

A Falange das Niatras foi trazida por Tia Neiva em abril de 1984, inicialmente composta apenas por sete Ninfas Lua, para participação no 1º de Maio daquele ano.            
Têm função específica na Estrela Sublimação, quando na condução do Santo Nono – as Esmênias e seus mestres – para os esquifes.            
As Niatras não podem participar do trabalho como Esmênias.            
No início da formação da falange, quando tinham missão específica apenas com a Estrela Sublimação, as Niatras eram formadas apenas por Ninfas do Templo Mãe, pois ainda não existiam os demais Templos com o trabalho de Estrela Sublimação.            
Com a implantação da Estrela Sublimação em diversos outros Templos e o compromisso da falange com outros trabalhos, em reunião de março de 1999, os Trinos Presidentes Triada permitiram que a falange pudesse ter componentes nos Templos do Amanhecer.  

FALANGE MISSIONÁRIA: AGULHA ISMÊNIA

Quando trouxe a Falange, Tia Neiva as chamava de “Agulhas Vermelhas”, e a única missão que tinham era com a Estrela Sublimação.            
A primeira vez que as “Agulhas Vermelhas” usaram a indumentária da Falange foi no ritual de 1° de maio de 1984. Após aquela consagração, Tia Neiva afirmou que a falange veio para ficar, estabelecendo a Falange como responsável pelos esquifes da Estrela Sublimação.            
Somente em 1985, Tia Neiva relatou que a falange estava com o nome errado, que seu nome não era “Agulha Vermelha”, e sim, “Agulha Ismênia” e a partir daquele momento a falange estava completamente formada, já com o nome correto, utilizado até hoje.            
Como remanescentes do Oráculo de Amon-Rá, o Deus Sol, a Indumentária da Agulha Ismênia mostra o simbolismo do Sol e da Lua.            
No espaço, as Agulhas Ismênias são conhecidas como as Samboaras, as mulheres destemidas, pois a força da falange chega aos locais de mais difícil acesso, para a libertação de nossos irmãos sofredores.