Salve Deus!
Na Planície Peloponense havia um povoado onde
uma pitonisa, chamada Magdala, Madrinha dos Devas, formou um grupo de Nityamas,
poderosas moças que manipulavam muitas energias, fazendo trabalhos que
protegiam aos numerosos homens que partiam para as guerras. Dominavam forças
que atuavam nas condições meteorológicas, faziam profecias e liam a sorte nas
mãos. Os homens que ficavam na aldeia, inválidos ou muito jovens para
participar de combates, começaram a ajudar as Nityamas, e receberam sua
consagração como Magos, Filhos de Devas, após desenvolverem sua mediunidade e
adquirir poderes espirituais. Em sua origem persa, mago significa “poderoso”.
Viajavam, atravessando terras e mares, levando à humanidade seus conhecimentos
doutrinários e a Voz do Céu.
No Oriente, os Magos obtiveram grande
importância política e religiosa, chegando a ter autoridade de reis, mas não
eram reis. Medas e Persas, Assírios e Caldeus foram profundamente influenciados
pelos Magos, que tinham os profundos conhecimentos da Astronomia e da
Astrologia, participando, também, pela influência do Judaísmo, da expectativa
da chegada do Messias. Alertados pela Estrela Sublimação, três Magos foram a
Jerusalém para adorar o Filho de Deus, que nascera em Belém, sempre guiados
pela Estrela. Seus nomes eram Melchior (em hebreu: “Rei da Luz”), Baltazar
(aramaico: “Deus proteja a vida do Rei”) e Gaspar (persa: “O Vencedor”).









