terça-feira, 12 de setembro de 2017

FALANGE MISSIONÁRIA: ROCHANAS

As Missionárias Rochanas tiveram suas origens na Grécia Antiga, quando um rei se apaixonou por uma linda súdita e a rainha iniciou uma feroz perseguição a ela, querendo destruí-la de qualquer maneira.            
Naquela época as guerras eram muito frequentes e os povos se desentendiam por qualquer motivo.              
Num desses conflitos, todos os homens de uma certa região tiveram de partir, deixando indefesas suas mulheres, ocasião em que o rei se apaixonou perdidamente por uma de suas súditas, cujo marido tinha partido, tentando subjugá-la com seu amor.              
A rainha ficou sabendo dos sentimentos do rei para com aquela súdita, e buscou de todas as formas matar a mulher que roubara o coração de seu marido, começando, então, uma caçada sem trégua em que a rainha não admitia ser derrotada.              
Foi ali que a Rochana apresentou seu lado lutador e guerreiro, se reunindo com outras tantas mulheres que fugiam de seus lares, elas foram parar em uma ilha, para confundir os perseguidores, se escondendo nas grutas das montanhas rochosas que predominavam naquelas ilhas gregas. 

FALANGE MISSIONÁRIA: NARAYAMAS

Salve Deus!           
As Ninfas Missionárias Narayamas possuem uma manipulação mediúnica voltada especificamente aos trabalhos desobsessivos, sua indumentária possui, no peito, o Triângulo representando a força de Olorum e a Cruz representando Obatalá e a inscrição “Koatay 108”.         
A junção das figuras chama-se “Brasão”, por ser uma imagem pela qual essas Missionárias são conhecidas nos Planos Etéricos.            
Nos dizia Tia Neiva que as forças manipuladas pelas Narayamas são cruzadas nos Planos Espirituais, pelos grandes Oráculos de Simiromba, de Olorum e de Obatalá, razão pela qual levam na indumentária a inscrição “Koatay 108”. 

FALANGE MISSIONÁRIA: FRANCISCANAS

Em algumas de suas aulas, Tia Neiva relatou que as Franciscanas encarnaram como uma tribo de guerreiras, onde elas não conheciam civilização, mas eram unidas e lutavam pela sobrevivência, agindo sempre em proteção aos mais fracos, ou seja, de tribos menores.              
Quando uma tribo lutava contra outra, tinha sempre o cuidado de enterrar os derrotados, quer estivessem vivos ou mortos.              
Então aquelas guerreiras saiam à noite e, com as mãos, desenterravam e retiravam os vivos para curá-los, em muitos casos fazendo sapatos de suas vestes para colocarem nos pés feridos dos feridos.              
Depois dessa encarnação, voltaram em outras encarnações, muitas como enfermeiras incansáveis nas guerras, sempre tentando salvar vidas, outras como senhoras de engenho, fazendeiras, principalmente na época do Angical.   

FALANGE MISSIONÁRIA: MADALENAS

Essa Falange surgiu na Europa, na Idade Média, como freiras que, nos conventos, auxiliavam aquelas fidalgas que buscavam proteção contra a prepotência de seus preceptores, fugindo de casamentos não desejados ou de alianças desastrosas.             
A Falange Madalenas tem como Guia a Missionária Madalena de Cássia que, segundo Tia Neiva, é a Missionária mais próxima de Jesus, razão pela qual a Falange de Madalenas ficou conhecida como falange Madalena “DE CÁSSIA”.
Trabalham sob a proteção das Missionárias do Espaço que formam a Falange da Guia Missionária Madalena de Cássia, para ajudar nas filas magnéticas àqueles que necessitam das energias curadoras e desobsessivas.          
Na Indumentária da Madalena (como na Indumentária da Muruaicy) destaca-se a Cabala, que representa o símbolo máximo e que permite acesso à vida iniciática ou ao salão iniciático.  

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

FALANGE MISSIONÁRIA: ARIANA DA ESTRELA TESTEMUNHA


As Arianas invocavam a Estrela Testemunha, Estrela do Espaço, testemunha do Povo que se encontra hoje neste Ciclo do Jaguar.

Todas as conquistas e realizações desta Doutrina foram registradas pela Estrela Testemunha, da qual faz parte, dentre outros Povos, a Falange de Arianas.

Nos Mundos Espirituais, as Arianas, como um dos membros da Estrela Testemunha, tiveram a sua participação nas principais realizações desta Doutrina, trazidas por nossa Mãe Clarividente, dentre as quais a Corrente Mestra, o Mestrado, as Falanges Missionárias, os Trabalhos Iniciáticos, os Sandays e os Rituais.

Hoje, no Plano Físico, as Arianas, através de seu Canto na Individualidade, invocam o Poder dos Faraós e do Rico Vale dos Reis em busca de suas heranças e de suas origens, que partem dos Grandes Oráculos (Ramsés, Akhenaton e Amon-Rá), onde elas têm um grande compromisso.

FALANGE MISSIONÁRIA: JAÇANÃ


Quando em Delfos, Pítia escolhia jovens cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys – Flores do Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônicas e peloponense.

Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pítia recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e JAÇANÃS, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo.

Assim surgiram as Missionárias Jaçanãs, que na Linha Dharman Oxinto, trabalham nas Iniciações, preparando os Mestres que vão para os salões iniciáticos, e na Cruz do Caminho, colocando as morsas nos Mestres e Ninfas Sol.

FALANGE MISSIONÁRIA: MURUAICY


Nossa jornada iniciou em Delphos, quando Pitya, nossa Mãe, nos entregou esta missão e prossegue até hoje no Vale.

Pitya sempre escolhera jovens, cujos maridos estavam em guerra, para auxiliá-la na sua missão. Essas jovens, as Yuricys, que quer dizer “Flor do Campo” na linguagem indígena, percorriam as planícies gregas e macedônicas socorrendo os soldados feridos em combate. Uma delas, a primeira Yuricy, indígena do espaço, enviada de outros planos, era a mestre da ordem das Yuricys.

Como elas não incorporavam, nem profetizavam, Pitya pressentindo a sua morte física, determinou que elas preparassem as MURUAICYS e as Jaçanãs, moças fugidas de tribos mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no templo.
Portanto, viemos das Planícies Macedônicas, passamos pelos Andes, Esparta, Egito, Grécia, Roma e compartilhamos nossos destinos cármicos nessa jornada há mais de três mil anos.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

FALANGE MISSIONÁRIA: DHARMAN-OXINTO


A história das missionárias Dharman-Oxinto começa no Antigo Egito dos Ramsés, passa pelo verde Peloponeso, pelas planícies macedônicas, pelo Império Romano, pelos desertos da Palestina, pelas nobrezas húngaras, por convento da Aquitânia, pela ensolarada Andaluzia, pelas sinhás e sinhazinhas do Brasil Colônia, quando conviveram com os queridos Pretos Velhos que traziam nossas raízes indianas e africanas, sempre foram marcadas pela coragem e pela energia de suas ações. Nem sempre positivas, mas enérgicas.

FALANGE MISSIONÁRIA: YURICYS


A origem da Yuricy se perde nas antigas civilizações, antes de Cristo, quando viveram nas terras gregas, junto à Pítia, no Oráculo de Delfos.
Pítia, uma das encarnações de Tia Neiva, era uma profetiza que se inspirava no Deus Apolo e orientava reis, príncipes e nações.
Sua palavra era como uma lei, acatada por todos, e assim, tornou-se quase uma lenda viva. Somente os espartanos não a aceitavam e ao Deus Apolo.
Pítia, a profetiza, era uma mulher simples e tendente a viver afastada dos outros, do luxo e das ilusões materiais, dedicando-se mais ao mundo real dos valores, do amor ao próximo, da justiça e da caridade, do que ao mundo ilusório dos fatos.
Pítia, embora divina, também era humana. Com o tempo, e devido ao excesso de profecias que lhe exigiam um jejum de vários dias, Pítia, após cada oráculo, desfalecia, e sua recuperação requeria vários dias de repouso.

FALANGE MISSIONÁRIA: PRÍNCIPES MAIAS

Salve Deus!

Tia Neiva não deixou qualquer informação oficial da falange por escrito, os relatos surgidos foram coletados por Mestres que estiveram ao seu lado.

As cartas “A terra dos homens pássaros” e os “Maias de Yucatã” (transcritas na Pasta dos Príncipes Maia) falam da civilização Maia e não da história individual dos Príncipes Maia, e a Mensagem do Pai Seta branca de 1980, fala sobre a civilização Maia e de suas dores.

Todo Jaguar esteve encarnado na Península de Yucatã, portanto pressupõe-se que tenham sido Maias, mas isto não quer dizer que são Príncipes Maia.

Há um consenso que os Príncipes Maias ocuparam postos de relevada importância na civilização Maia, por isso a denominação “Príncipe”.