Em 1982, quando Tia Neiva apresentou a falange
de Ciganas Taganas para o corpo mediúnico do Vale do Amanhecer, a missão de
libertação nos trabalhos tornou-se ainda mais completa.
A paixão pela liberdade é característica certa
do povo cigano, nômades por natureza. Uma herança que é marca da falange de
Ciganas Taganas, que tem por principal missão auxiliar nos trabalhos de
libertação: Julgamento e Aramês.
Elas precisam conduzir a todos para sua
libertação com sua energia, criando um elo entre cobradores e prisioneiros. A
taça que as Ciganas Taganas carregam em sua indumentária está ligada à sua
missão libertadora, simbolizando o carma. Mas, ao contrário do que se pode
pensar, não é o sentido do sofrimento que a palavra induz, e sim a condição que
essa falange tem de ajudar e de modificar os carmas.









