terça-feira, 18 de outubro de 2016

UMBRAL


O UMBRAL é uma região limite que, no Canal Vermelho, separa o Vale Negro do restante. Ali se travam grandes combates, com espíritos procurando escapar das Trevas e com os Bandidos do Espaço que atacam os que estão desprevenidos e sem proteção, para levá-los a leilão. No Umbral estão vários pontos de auxílio, mas o que mais nos diz respeito é o Albergue de Irmã Lívia, que cuida de todos os Jaguares que desencarnam em determinados padrões vibratórios, evitando que se percam no Vale Negro. Mas existe outro Umbral, região de Capela, plano físico, onde o Homem ainda maldoso realiza trabalhos para evoluir, com saudades, arrependimentos e com claras recordações, fazendo consciente exame de sua trajetória e de seus atos quando encarnado na Terra. Essa parte de Capela tem grande organização social, com camadas distintas, vinte e um departamentos isolados um dos outros, como se fossem mundos separados. Após passarem pelas Casas Transitórias, onde recebem seu tratamento, ali chegam os desencarnados no nosso planeta que não conseguiram alcançar o padrão vibratório que lhe daria condições de viver nos mundos mais adiantados de Capela. No Umbral, eles são encaminhados de acordo com suas condições vibracionais e suas afinidades, indo juntar-se aos espíritos da mesma faixa para trabalhar por sua evolução, sentindo em sua própria carne tudo aquilo que costumava fazer aos outros, na Terra, desta forma conscientizando-se do que produzia ao seu redor. Ali estão previstas todas as oportunidades para reequilíbrio e retificação das trajetórias desviadas, sob a direção de espíritos também em provas, porém já mais evoluídos. O desencarnado terrestre faz seu autojulgamento e sua autocondenação. Enquanto uns progridem, com amor, tolerância e humildade, outros se deixam ficar, mergulhados em seu egoísmo, em sua vaidade, e vão ficando estacionados. Os que evoluem, mudam de departamento, indo integrar-se a novo grupo afim.


fonte: observações tumarã

ATALAIA - UMATÃ - TORRE DE MARCELA - UBATÃ



ATALAIA

ATALAIA é um ponto muito próximo a Pedra Branca, para onde os espíritos desarmonizados ou revoltados são conduzidos para que possam rever os pontos obscuros de suas recordações, na sua jornada na Terra, e possam compreender e aceitar as condições em que se encontram nos planos espirituais, determinadas pela força de suas próprias vibrações.

“17 ÀS 18 HORAS - As amacês fazem, por  toda a Terra, um balé de forças, emitindo a inteligência, a religião e muita energia. É a hora da Vida e da Morte! Quando estamos nos planos espirituais, onde o homem desencarnado se queixa pela falta de comunicação, de um esclarecimento de sua vida religiosa ou doutrinária, é neste horário que ele é levado à Terra, onde lhe é mostrada a grande Atalaia, onde tudo lhe é esclarecido, onde ele sabe que, por sua própria culpa, abandonou sua grande oportunidade. A obra de Deus é perfeita e não tem mistérios nem usa subterfúgios”.
(Tia Neiva - Horários, 1984)

UMATÃ

UMATÃ é um local no Canal Vermelho onde os Umbandistas praticam suas macumbas e manipulam forças etéricas que são projetadas na Terra, em reuniões e terreiros, ajudando espíritos encarnados e desencarnados nos trabalhos dentro da linha de Umbanda.

TORRE DE MARCELA

TORRE DE MARCELA, no limiar do Canal Vermelho, é um conjunto arquitetônico que se parece com as habitações da Terra, separadas uma das outras por campos de força e onde um habitante de campo vibratório diferente não penetra a não ser que o morador o permita.

UBATÃ

UBATÃ é o local, no Canal Vermelho, para onde vão os espíritos desencarnados de diversas religiões - católicos, evangélicos, budistas, muçulmanos, etc. - logo após sua passagem pela Pedra Branca.


fonte: observações tumarã

sábado, 24 de setembro de 2016

JESUS CAMINHEIRO


Em livro psicografado por Chico Xavier - “A Caminho da Luz”, Emmanuel nos conta que existe, no Universo, formada por Deus, uma Comunidade de Espíritos Puros, que dirige a Vida de todos os planos, por todos os lugares, e à qual pertence o espírito de Jesus. Essa Comunidade reuniu-se nas proximidades da Terra somente em duas ocasiões: “A primeira verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem, no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e pródomos da vida na matéria em ignição do planeta; e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção”. 
Na Doutrina, aprendemos que quando a evolução da Terra se mostrou totalmente desviada da meta civilizatória proposta pelos Equitumans, Tumuchys e Jaguares, culminando nos últimos cinco mil anos antes do nascimento do Cristo com uma onda de barbarismo e crueldade, o Grande Orixá, Mestre dos Mestres, atendeu aos clamores dos missionários que, isolados e perseguidos, pediam a presença de Deus na Terra, e decidiu vir pessoalmente como o Salvador, o Messias, materializando o seu fluido cósmico - o plasma divino. Nasceu Jesus! Em Hebreu, Jesus (Jehoshuá) quer dizer “Deus é a Salvação”, e esse foi o nome que, segundo o Antigo Testamento, Deus escolheu para o seu Filho, sendo anunciado pelo anjo a Maria, que seria sua Mãe. A Jesus foi concedido o título Cristo, título concedido apenas àqueles Grandes Espíritos que têm marcante missão na Terra. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

TEMPESTADES DA VIDA

Texto do mestre Kazagrande.

Estes dias deparei-me com um texto, em um dos outros sites que realizo nossas publicações, que tinha a seguinte frase “A Vida precisava me mandar um maremoto, só porque não vi a torneira pingando?”...

Obviamente a primeira reflexão vem das lembranças de nossa própria vida, com os turbilhoes já enfrentados e que, na hora em que acontecem, não enxergamos os verdadeiros motivos.

Temos a tendência de ir “empurrando com a barriga” os problemas, ingenuamente confiando que a Espiritualidade “vai dar um jeito em tudo”. Basta que continuemos rezando e fazendo nossa parte no Templo...

Ledo engano! No Mundo Espiritual as razões se encontram. Impera o bom senso, e mesmo nossos Mentores desejando nos ajudar, a passar mais tranquila e rapidamente os problemas, aquilo que temos que aprender, iremos aprender... Mais cedo ou mais tarde!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

SOFRIMENTO

Todas as sensações decorrentes de vibrações de baixo padrão, bem como ações físicas que nos causam dores, geram sofrimento.

Na obra Samyutta Nikaya, encontramos:
"Naquele que aprecia o prazer de todas as coisas feitas para se apegar a elas, o desejo surge; pelo desejo, o apego fica condicionado; pelo desejo condicionado é desenvolvido o processo do vir a ser; através do vir a ser, o renascimento é condicionado; pelo renascimento ficam condicionados a velhice, a morte, o sofrimento, a lamentação, a dor, a aflição e o desespero. Assim surge para esse Homem, novamente no futuro, toda espécie de sofrimento!..." 

Para enfrentarmos o sofrimento é necessário deixar a Doutrina penetrar em todo o nosso ser, livres da presunção e da vaidade, para que possamos viver, realmente, o que dizemos: O CONHECIMENTO DE QUE TUDO É BOM ME LIBERTOU DO MAL! 

O sofrimento depende de cada um, sendo gerado por diversas causas e em diferentes situações, sendo maior na medida de nossa ignorância e desequilíbrio de nossa energia mental.

Pelo conhecimento doutrinário, pela força do trabalho na Lei do Auxílio, pelo nosso amor incondicional, entendemos os motivos de nossas dores, e as aliviamos, diminuindo, assim, o sofrimento.

Sabendo lidar com o sofrimento, melhoramos nossa caminhada para a realização e a felicidade. Descobrindo suas causas e origens, alcançamos importantes formas de rever nossas atitudes e avaliar o nosso comportamento, buscando não apenas evitar ou minorar nosso próprio sofrimento, mas evitar que alguém sofra por nossa causa.


fonte: observações tumarã

SOMBRA


Sombra é qualquer espaço onde a luz não penetra, e, sob a visão espiritual, designa os planos onde, pelas baixas vibrações de ódios, rancores, sentimentos de vingança e apego à matéria, espíritos desencarnados sofrem suas incompreensões.

Mas recebeu a denominação de sombra, em Psicologia, o conjunto de aspectos obscuros ou desfavoráveis do indivíduo que, na estruturação de sua personalidade, ficam relegados a um segundo plano, representando as tendências débeis e menos adaptadas do “eu”, sufocadas pela necessidade de a pessoa se harmonizar com seu ambiente de vida e com suas obrigações psicológicas e sociais.

O ser humano, por força de sua personalidade, vai, desde tenra idade, colocando uma máscara para esconder suas emoções e seus sentimentos negativos - inveja, falsidade, raiva, vergonha, ressentimentos, cobiça, etc., a fim de satisfazer a necessidade de, da melhor forma possível, parecer ser ajustado e agradável, polido e generoso, àqueles que o cercam.

DHARMA


Na Corrente Oriental do Amanhecer, DHARMA significa O CAMINHO. 

Depois de fazer o seu Desenvolvimento, o médium que vai fazer sua Iniciação recebe seu primeiro mantra - Dharman Oxinto que tem o significado “tenho ordem divina para te colocar a caminho de Deus!”. É o princípio de uma nova jornada visando o aprimoramento do médium, o impulso inicial para realizar a missão que, por nosso Pai, lhe foi confiada.

Segundo João (XIV, 6) Jesus disse: “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA E NINGUÉM VAI AO PAI SENÃO POR MIM!”

Ora, se Jesus nos diz que Ele é o Caminho, isso significa que o caminho é AMOR. E amor é entendimento e harmonia. Portanto, o caminho consiste em entender e amar, transformando esse entendimento e esse amor em AÇÃO.

Nosso Caminho deve ser percorrido com consciência, buscando, a cada momento de nossa vida, cumprir o melhor possível as leis e a conduta doutrinária. A forma como nos comportamos, como vivemos e como nos vestimos, como tratamos as pessoas, como respeitamos nossos limites e os limites dos outros, como protegemos e apreciamos a Natureza, como nos dedicamos à Lei do Auxílio, não só nos trabalhos do Templo, mas onde quer que estejamos, tudo faz parte de nosso Dharma.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

IABÁ


Iabá é um ponto de força que se faz de forma simples e rápida, para distribuir energia ou desintegrar cargas negativas que sentimos estar perigosamente agindo em torno de nós ou em qualquer outra pessoa. É uma condição que somente os Grandes Iniciados proporcionam àqueles que atingem determinado grau de elevação espiritual.

“... Fiz uma prece, e formei o meu IABÁ. Imediatamente os elítrios a libertaram, voltando para Deus!” (Tia Neiva, 11.7.83).

fonte: observações tumarã

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"Nos textos do mestre José Carlos existe uma referência sobre este trabalho chamado IABÁ, trabalho ensinado por Tia Neiva e hoje quase extinto pelo esquecimento:

“Revivi este trabalho buscando a forma correta de sua aplicação com os veteranos de nossa doutrina e segundo a própria Tia diz no texto acima parece que ele tem o poder de libertar elítrios.


A CONDIÇÃO MÍNIMA PARA  REALIZAR ESTE MAGNÍFICO TRABALHO É TER EMISSÃO E CANTO, OU SEJA, VOCÊ PRECISA SER CENTURIÃO(Ã).

O PRIMEIRO PASSO É MENTALIZAR UM PONTO DE FORÇA QUE PODE SER UM MENTOR, O SOL OU A LUA, OU ATÉ MESMO UMA CACHOEIRA.

COM O PONTO DE FORÇA ESCOLHIDO BEM NÍTIDO EM SUA MENTE VOCÊ ABRE SEU CANAL DE EMISSÃO E EM SEGUIDA FAZ O SEU CANTO.

PRONTO.

VOCÊ VAI SENTIR QUE SUA PERCEPÇÃO MUDOU, QUE TUDO MUDOU, TUDO ESTÁ MAIS SUAVE, MAIS LEVE, VOCÊ ESTARÁ RENOVADO(A).

BOA SORTE!

ADJUNTO ABARON

MESTRE ANTONIO CARLOS”

SOLARIZAÇÃO


Quando os Equitumans chegaram à Terra, em sua missão civilizatória, o Sol era, para eles, o centro de energia vital, e por isso buscavam manter com ele a sintonia de suas forças.

A Terra ainda buscava, na época, sua rota de equilíbrio ao redor do Sol, o que levava às alterações constantes e reajustes nos seus aparelhos e construções.

O Sol é o poderoso polo magnético positivo de todo o seu sistema - o sistema solar - e irradia forças de intensa magnitude, principalmente para a recuperação energética dos seres vivos.

Entre as várias formas de captação da energia solar está a SOLARIZAÇÃO, ou seja, a exposição direta aos raios solares.

Podemos obter a ÁGUA SOLARIZADA, que é a água pura (de fonte, filtrada ou mineral) exposta, em frasco branco, aos raios do Sol, captando e condensando as energias solares, com grandes benefícios para o corpo físico.

O tempo mínimo de exposição é de uma hora, mas o ideal é quatro horas. Pode-se, numa emergência, usar uma pedrinha de gelo colocada em um copo de água, e deixá-lo ao Sol. Quando o gelo derreter todo, já foi captada energia suficiente, e a água está pronta para ser tomada.

A água solarizada deve sempre ser consumida não de uma vez, mas em pequenos goles, tomando-se, em média, quatro copos por dia: ao levantar, antes do almoço, antes do jantar e ao deitar, sempre, preferencialmente, com o estômago vazio.

A solarização pode ser feita, também, em óleos, principalmente o óleo de amêndoas. Pela cromatização é usada a exposição ao Sol de água ou óleos em frascos coloridos, como, por exemplo, azul, índigo ou violeta para acalmar as dores; amarelo e turquesa para problemas de pele; e dentro da ação das cores.


A solarização do corpo é mais eficiente se não forem usados óculos escuros, pois os olhos fazem a recepção dos feixes coloridos da luz solar.

fonte: Observações Tumarã

SEPARAÇÃO


Como sempre podemos ver – e sentir – toda separação é traumática. Seja de um casal, com a consequente dissolução da família, ou de duas pessoas que concluem não ser mais possível ter um convivência tranquila, ou pelo distanciamento físico e emocional ou pelo desencarne. Geralmente, buscamos a perfeição em outra pessoa, criando uma imagem ideal que se distancia da realidade, uma vez que somos todos humanos e, por conseguinte, temos nossos defeitos e limitações que precisam ser clara e humildemente reconhecidos, não só por nós mesmos como por aqueles que conosco convivem. Uma grande parte das separações se deve a essa fantasia que é feita em relação àqueles que se tornam objeto de uma utopia, por nossa parte, e não suportamos a visão realista daquelas personalidades e individualidades. Tolerância, humildade e, sobretudo, amor - são as bases sólidas para qualquer convivência e, especialmente, para a evolução de um espírito.